terça-feira, 24 de março de 2015

AXE COP - A Animação [Inglês]

"Um dia, numa cena de crime, um policial encon trou um machado perfeito. Neste dia, ele se tornou AXE COP!" - http://drhardman.blogspot.com/2010/07/axe-cop-webcomics-ingles.html

A Animação é um trabalho de gênio no seguinte sentido: Enquanto o forte dos quadrinhos é ver os argumentos de um garoto de 6 anos aplicados pela arte de um desenhista profissional, a animação consegue colocar essa mentalidade num universo mais adulto e crítico.
 Enquanto a webcômic perdeu um pouco de sua maestria pelo jovem Malakai crescer e usar coisas como raciocínio e lógica, o pessoal da AC/HD aproveita o universo nonsense original.

12 episódios hilários


segunda-feira, 2 de março de 2015

Review da Ameaça Fantasma

Vídeo velho, esquisito, e em ingles... E longo.

Bem, vocês não vão ver. é para meu acervo pessoal.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

[CdL] - Katemaru Gaiden

 Quando os jogadores da Cruzada da Luz se viram ante um fantasma de youkai gato clamando vingança contra a gentil Yoko, em pleno cerco de miasma de Ivanova, tudo tinha indicativos que iriam de mal a pior. Mas o estranho espírito, senhor das ervas e capaz de conjurar bandos de gatos foi pouco mais que um incômodo, e graças a seus talentos, o veneno que acometia Kuroro Daiki e "bola-fora" Nagata foi mitigado. 

Esta é a sua história...

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Breve resenha das séries heróicas

A muito tempo os super-heróis não tinham tanta força positiva na televisão norte-americana (e por consequência na TV a cabo... e nos torrents). Então, aproveitando a nova figura de mid-seazon-finale inventada e adotada pelas emissoras, eis minha opinião:


Agents of SHIELD


                A Marvel tinha um desafio, e AoS é grandiosa por aceitar uma gloriosa mas ingrata tarefa de seguir uma linha dentro do universo cinematográfico da Marvel. E infelizmente eles estão perdendo.
                Eu senti que eles foram forçados a mudar de foco com o final de "Capitão América 2" desde o final da temporada passada e ainda nesta. Um personagem que deveria ser herói virou vilão, o vilão "chefe" foi forçado a dizer que era da Hidra mas "tinha sua própria agenda", e os personagens mais hesitantes e de familiaridade tiveram de ser transmutados no "sério sem graça" que os outros são. No final, ainda precisaram incluir a ideia dos Inumanos serem as novas "Maravilhas", quando a série em seu começo já havia estabelecido que haviam seres assim independente.

Nota: 2/5

THE FLASH


                Sem dúvida a série da temporada. Ela assume uma premissa inversa à de ARROW. E acabou sendo bem sucedida. Não é perfeita. Ainda vemos um cidadão mais rápido que uma bala apanhando para um cara com velocidade normal. O que fizeram com o Nuclear é muito estranho e gratuito.
                Sem dúvida a participação de Arrow na evolução heróica foi crível e realmente uma etapa do processo, seja na questão "como abordar seus inimigos" sem gastar milhões da produtora com trens descarrilhando, seja lembrando da escala de cinza que é o "bem" e o "mal".

Nota: 4/5

ARROW


                Arrow pecou um pouco com o clima de novela, com a súbita doença do coração do Oficial Lance para impedir que contem da morte da filha, a inclusão do Brandon Routh como Ray Palmer já pensando na tecnologia do traje de encolher, e a gratuidade com a qual Merlin retornou à trama. Mas entre estes pontos negativos, a escalada de suspense no confronto com a Liga dos Assassinos e a participação do Flash foram muito benéficos. Muitos reclamaram que no confronto final todos sabiam o que iria ocorrer... Mas eu cogito mais as repercussões vindouras do que a "nerdice".

Nota: 3/5

CONSTANTINE


                O ator que protagoniza é louvável em seu esforço para manter a série viva, mas das quatro é obviamente a pior.
                Não consigo aceitar a lógica por trás das deduções e das soluções. O roteiro de todos os episódios era: 1 - um prólogo mostrando um crime COMUM cometido por uma criatura incomum; 2 - Constantine descobre imediatamente como resolver o problema (é só falar italiano!); 3 - A solução não funciona por causa da "Rizing Darkness"; 4 - Constantine descobre uma nova forma totalmente sem vínculo com a lógica (é só falar italiano DE TRÁS PARA FRENTE!); 5 - Ele diz que sua vida é uma merda e quem o segue vai quebrar a cara, mas as pessoas o seguem mesmo assim.
                A favor da série, os efeitos visuais e as caracterizações físicas dos personagens.
Nota: 2/5.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Nerdcasts com Mario Abbade, o Fanatic

► A saída do Nerdcast:

Verdade ou não, tentar apagar seu nome da história é sacanagem. Com o corpo de presença (abaixo demonstrado) seu nome não consta na lista de busca "por participante" enquanto eventuais e pessoas com uma única aparição figuram lá!
Nerdcast 49 – Oscar – E o Nerdcast vai para…
Nerdcast 51 – Rocky – Adriaaan! I did it!!!
Nerdcast 60 – Homem-Aranha – Back in Black!
Nerdcast 68 – Quarteto Fantástico – TÁ NA HORA DO PAU!
Nerdcast 71 – Transformers – Hora de morfar!
Nerdcast 73 – Duro de Matar – YIPEE-KI-YAY!
Nerdcast 75 – Simpsons – Esse é um clássico! Um dos melhores!
Nerdcast 84 – Saturday Nerdcast Fever
Nerdcast 91 – Westerns – O Bom, o Mau, o Feio e o Nerd
Nerdcast 93 – Retrospectiva Nerd 2007
Nerdcast 97 – Te pego lá fora!
Nerdcast 99 – Oscar – Em 2008, o Nerdcast vai para…
Nerdcast 102 – Rambo: Missão Cumprida
Nerdcast 106 – Mioooolos!!!
Nerdcast 108 – Blade Runner e a Distopia Noir Futurista
Nerdcast 110 – Nelson Rodrigues – A vida como ela é…
Nerdcast 113a – Indiana Jones e os Caçadores do Nerdcast Perdido
Nerdcast 113b – Indiana Jones e o Reino do Nerdcast de Cristal
Nerdcast 114 – Rock n’ Roll – 50/60/70
Nerdcast 115 – HULK ESMAGA NERDCAST!
Nerdcast 119 – Batman nos Quadrinhos
Nerdcast 120 – Batman no Cinema
Nerdcast 122 – Olimpíadas: A Tocha, o Ouro e a “Pataguada”
Nerdcast 124 – A Maldição de Zé do Caixão – Entrevista com José Mojica Marins
Nerdcast 126 – Rock n’ Roll – 70/80

► Conciliação!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

COPA: Comparando 2002 e 2014

2002. Coréia-Japão. Se hoje temos Fred, na época tínhamos o Lúcio. O novo técnico, um tal Luiz Felipe Scolari tomava decisões polêmicas e tirânicas. Não levou o veterano Romário, contrariando a aclamação geral. Foi uma copa cheia de zebras, com seleções poderosas sendo eliminadas nas primeiras rodadas. Com uma arbitragem suspeita, "favorecendo os anfitriões", segundo a visão de todos.

Familiar, não?

O site CHARGES.COM.BR acabou se tornando para mim, na depressão pós-copa, uma divertida retrospectiva daquele momento de glória. E mostrava bem a nossa ótica. Claro, ele conclui a saga pedindo perdão ao Felipão (o "torcedor" é um auto-retrato).

Seguem os links:


quinta-feira, 3 de julho de 2014

O ACORDÃO

Era um grande processo trabalhista de âmbito nacional, envolvendo centenas de indivíduos. Obviamente, para melhorar o entendimento da unidade, o grande grupo forma uma liderança informal, para ter representantes a tratar com alguma civilidade para com as autoridades administrativas, jurídicas e mesmo legislativas envolvidas no casuístico amplo.
Como tudo mais no Brasil, houve grande polarização política pelos cargos. E uma das forças – representada pelo “Senhor X” – triunfou sobre a Oposição – Encabeçada pelo Senhor “Y”.
Logo, sempre que haviam reuniões, “Y” e seus partidários passavam mais tempo tentando desacreditar a competência e mesmo a Lisura de “X” do que com propostas e procedimento de ação e posicionamentos de suas forças.
Em um particular dia de reunião, Senhor “Y” estava com um sorriso de orelha a orelha. “Desta vez eu vou desmascarar o Senhor X”, dizia a todos que ele encontrava, momentos antes de iniciar os debates e trabalhos envolvendo julgados mais recentes oriundos dos tribunais.
Aberto os debates, com o Senhor “X” assumindo a presidência da mesa, Senhor “Y” sobe ao palanque e, com o peito estufado em indignação, pede a palavra prioritária, que lhe é concedida.
- Olha aqui o que o Senhor “X” está fazendo! – fala ele, erguendo com fúria uma folha de papel recém-impressa. – Vocês achando que ele estava defendendo nossos interesses? Tá aqui o que ele fez! Um Acordão! Ele fez um ACORDÃO!
Apesar das letras pequenas, o Senhor “X” reconheceu o documento que causava tanta indignação ao seu concorrente. Mas optou pelo silêncio, pois teria a palavra logo depois.
Após algumas dezenas de minutos protestando contra o egoísmo e o “mal-caratismo”, finalmente Senhor “Y” encerra sua efusiva explanação. Senhor “X” puxa o microfone da mesa para si e trata de se explicar:
- Colega, isso que eu “fiz” foi o mesmo que todos os outros julgados fizeram. – adianta ele. – E só um detalhe: Não se lê “Acordão”. Se lê “Acórdão”*.
A plateia caiu na gargalhada.

--
*ACÓRDÃO: Jur. Decisão proferida em grau de recurso por tribunal coletivo; Paroxítona, de pronúncia diferente da oxítona "Acordão", definido por nome chulo para acertos secretos que, por sua natureza sigilosa, com certesa não estamparia "Acordão" em sua peça.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Olhai por nós



Como alguns sabem, eu estopu prestes a viajar novamente. E será via GRU (Aeroporto de Guarulhos). Não sou muito religioso, mas lá eu tenho minha "capela pessoal", com uma estátua daquele que foi mandado à Terra pelo Pai para nos salvar.


quarta-feira, 9 de abril de 2014

"ME CHUTE"

* Nova versão

Um gerente, muito ligado naquelas histórias metafóricas e inspiradoras... Um que provavelmente compartilharia a presente crônica... Decidiu fazer um experimento.

Bem cedo no expediente, ele chamou os seus três supervisores mais imediatos. Entregou a cada um dos três uma placa de cartolina com os garrafais dizeres "me chute". Também deu pedaços de fita adesiva e a instrução de começar a ronda de trabalho passando nas mesas e cubículos de seus subordinados, com a placa afixada em suas costas, como se nada estivesse acontecendo.

Feito isso, ele aguardou. O primeiro supervisor chegou depois de algum tempo, ainda com o cartaz afixado. Então, explicou:

- Passei em todas as estações de trabalho, e todos foram extremamente profissionais, e não se renderam á zombaria.

- Isso é mau. - explicou o gerente. - Isso quer dizer que, por segurança, seus funcionários estariam dispostos a mantê-lo em erro para não sair de sua zona de conforto. Vou recomendar para o seu setor uma avaliação de desempenho e uma longa série de cursos motivacionais.

O subalterno baixou o semblante e sentou-se. Pouco depois, chegou o segundo supervisor, com a placa nas mãos. Tratou de explicar:

- Já no primeiro gabinete o César da Contabilidade me alertou da placa e retirou para mim. Eu até andei um pouco e colei de volta, mas o mesmo se deu nas estações seguintes. Enfim desisti, terminei a ronda e voltei para cá.

- Muito bom! - elogiou o gerente. - Isso quer dizer que seus funcionários estão atentos e prontos a sanar suas falhas em tempo hábil. Vou recomendar você e seu setor a um aumento.

O supervisor sorriu e sentou-se ao lado do colega.

Enfim, o terceiro supervisor chegou. Sua demora era visível. Ele trazia o cartaz ainda pregado ás costas e um sorriso amarelo estampado à face.

- Conte como foi sua ronda. - pediu o gerente.

A última cobaia hesitou, mas enfim confessou:

- Em cada uma das estações de trabalho que passei alguém se levantava e me dava um chute...

Os dois supervisores anteriores olharam com horror e espanto tamanha falta de respeito à poderosa hierarquia da empresa. O gerente, calado e sisudo, limitou-se a apontar a cadeira vaga para o supervisor sentar-se, e enfim, tomou para si sua poderosa poltrona, mais um documento pre-impresso que ele preenchia e assinava.

- Vou explicar agora o motivo deste teste. - fala o gerente. - Ontem à noite recebi a informação que eu fui promovido á presidência da empresa, e poderia nomear o meu substituto gerente... Que iria ganhar meu atual salário, benefícios e prestígios hierárquico.

O gerente estende o contrato para o terceiro supervisor.

- ELE?!? - exclama em uníssono os outros dois. - Mas por que justo ele?!?

E o gerente respondeu:

- Porque a equipe dele obedece ordens!